Nos últimos anos, o Brasil assistiu a um “boom” no segmento de veículos clássicos, o chamado: antigomobilismo. Um levantamento recente realizado pela JDA Research, a pedido da Federação Internacional de Veículos Antigos (Fiva), revela que o setor movimenta cerca de R$ 32,6 bilhões por ano no país. Diário do Comércio+2Maxicar+2
Além disso, a pesquisa aponta que o Brasil conta com aproximadamente 3,2 milhões de veículos históricos cadastrados e cerca de 1,2 milhão de colecionadores, o que aponta para uma média de 2,7 carros antigos por colecionador. Diário do Comércio+2Maxicar+2
Esse dado reforça algo evidente: antigomobilismo não é mais um nicho restrito. Ele virou força cultural, econômica e de investimento. E nesse contexto, deixar um clássico sem seguro é assumir um risco grave: de valor, de tradição, de memória e de patrimônio.
Seguro para carros antigos: sim, é possível — e faz toda a diferença
Hoje, o mercado já tem apólices especializadas para veículos “experientes” — carros de coleção, restaurados, originais ou até mesmo “jóias guardadas na garagem”. Isso é reflexo direto da estrutura crescente do setor: com milhões de veículos antigos circulando ou guardados, cresce também a demanda por proteção personalizada.
O valor do segmento considera, além da compra e venda, serviços de manutenção, restauração, comércio de peças, eventos especializados, clubes, transporte, seguros, entre outros custos associados. Ou seja: proteger um clássico não é mais luxo. É parte natural de todo o ecossistema. Maxicar+2Diário do Comércio+2
No caso de seguro bem contratado, o veículo é avaliado de forma personalizada: considera-se raridade, originalidade, conservação, uso, histórico e valor de mercado real — e não preço de tabela genérica.
Por que o seguro para carros antigos é mais do que recomendado (é essencial)
1. Valorização e mercado estruturado
Com estimativa de movimentação de R$ 32,6 bilhões por ano e com milhões de veículos e colecionadores registrados, o mercado de carros antigos é sólido. Isso transforma esses veículos em ativos de valor real e não meros hobbies. A proteção evita perdas financeiras importantes. Diário do Comércio+1
2. Alto custo de manutenção e reposição
Manutenção, restauração e peças para clássicos costumam ser caros e complexos. Considerando que boa parte do mercado gira em torno de conservação, originalidade e restauração, um seguro com cobertura adequada protege contra furtos, acidentes, incêndios e outros prejuízos graves. Maxicar+2Jornal do Bras+2
3. Perfil de uso reduzido — ideal para seguro
De acordo com o levantamento da pesquisa, muitos veículos antigos são usados pouco — média de cerca de 779 km por ano. Esse baixo uso reduz o risco de acidentes, o que pode tornar o custo do seguro mais interessante. Maxicar+1
4. Estabilidade de mercado + paixão + investimento
Com a popularização do antigomobilismo, clássicos — de Fusca a Opala, de Kombi a esportivos raros — deixaram de ser apenas carros antigos: foram transformados em patrimônio, memória e investimento. Proteger esse patrimônio com seguro faz parte da lógica de quem quer preservar valor. Diário do Comércio+2VEJA+2
Como o seguro ideal para carros antigos deve ser estruturado, na visão do Featbank?
Para atender esse perfil de veículo e colecionador, é indispensável que a apólice:
- Considere o valor real de mercado do carro clássico (originalidade, raridade, estado, histórico).
- Cubra roubo, furto, incêndio, colisão, perda total, incluindo proteção de peças especiais e originais.
- Ofereça assistência especializada — guincho para veículos baixos, transporte adequado, etc.
- Atenda veículos usados para encontros, exposições ou circulação esporádica — o que é comum entre colecionadores.
- Preveja reposição de peças ou pagamento do valor de mercado caso o carro seja danificado irreparavelmente.
Esse tipo de seguro, quando bem contratado, transforma um carro antigo em patrimônio protegido — sem vulnerabilidades.
Com R$ 32,6 bilhões por ano movimentados, 3,2 milhões de veículos históricos e 1,2 milhão de colecionadores, o antigomobilismo no Brasil afirma-se como um segmento forte, estável e culturalmente relevante. Diário do Comércio+2Maxicar+2
Se você tem um clássico, seja ele restaurado, original, guardado ou em uso, tratá-lo como patrimônio vale muito mais do que nostalgia: vale segurança, valorização, tranquilidade. E com o seguro certo, esse patrimônio fica protegido.







